domingo, 30 de outubro de 2011

O ESTADO ABSOLUTISTA NA EUROPA MODERNA

TEXTO 6

Autores: Adhemar Martins Marques
               Flávio Costa Berutti
               Ricardo de Moura Faria  



     O texto trata sobre a consolidação dos Estados Absolutistas na Europa Moderna período em que as comunidades locais se expandiram constituindo os Estados-nações, os poderes locais e da igreja são enfraquecidos e são formados os Estados absolutistas que se caracterizavam pelo poder e controle total dos reis europeus e pela submissão apenas a Deus. Esse sistema é questionavel por causa da evidente existência de limites.
     Os autores sitam algumas obras a de Michel Morineau que define estado e faz um paralelo entre a autoridade dos reis medievais e o poder em processo de centralização durante o século XVI,    Leon Pomer analiza as caracteriticas das monarquias européias e destaca a francesa como a mais absoluta que existiu, aborda os limites do poder absoluto entre outras observações e trata da impopularidade do Estado, Nicolau Maquiavel em O Principe descreve como deve agir um princípe sabiamente para obtenção de respeito e manter-se no trono e faz um trocadilho entre amor e temor, perda matérial e sentimental, já para Hobbes o poder deriva de um contrato social " O Estado é a união entre soberanos e súditos que em prol da paz e da defesa comum agem de uma mesma forma a favor do dirigente ou de uma assembléia, para promover paz e segurança", Jacques Benigne Bossuet assim como Jean Bossuet descreve o rei como divindade, o que vê mais longe e mais alto e os suditos devem obediência ou sedição.
      Alguns dos principais sinais de Estado moderno no século XVI são: cobrança de impostos, exército permanente, criação de um corpo de funcionários ou oficiais, burocracia nascimento de um governo central mais fundamentado e mais adaptado às suas necessidades.
   

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