TEXTO 6
Autores: Adhemar Martins Marques
Flávio Costa Berutti
Ricardo de Moura Faria
O texto trata sobre a consolidação dos Estados Absolutistas na Europa Moderna período em que as comunidades locais se expandiram constituindo os Estados-nações, os poderes locais e da igreja são enfraquecidos e são formados os Estados absolutistas que se caracterizavam pelo poder e controle total dos reis europeus e pela submissão apenas a Deus. Esse sistema é questionavel por causa da evidente existência de limites.
Os autores sitam algumas obras a de Michel Morineau que define estado e faz um paralelo entre a autoridade dos reis medievais e o poder em processo de centralização durante o século XVI, Leon Pomer analiza as caracteriticas das monarquias européias e destaca a francesa como a mais absoluta que existiu, aborda os limites do poder absoluto entre outras observações e trata da impopularidade do Estado, Nicolau Maquiavel em O Principe descreve como deve agir um princípe sabiamente para obtenção de respeito e manter-se no trono e faz um trocadilho entre amor e temor, perda matérial e sentimental, já para Hobbes o poder deriva de um contrato social " O Estado é a união entre soberanos e súditos que em prol da paz e da defesa comum agem de uma mesma forma a favor do dirigente ou de uma assembléia, para promover paz e segurança", Jacques Benigne Bossuet assim como Jean Bossuet descreve o rei como divindade, o que vê mais longe e mais alto e os suditos devem obediência ou sedição.
Alguns dos principais sinais de Estado moderno no século XVI são: cobrança de impostos, exército permanente, criação de um corpo de funcionários ou oficiais, burocracia nascimento de um governo central mais fundamentado e mais adaptado às suas necessidades.
domingo, 30 de outubro de 2011
A Transição do Feudalismo/Capitalismo Expropriação E Acumulação
TEXTO 4
Para se compreender a transição do feudalismo/capitalismo é preciso se entender a acumulação primitiva de capital. Processo que ocorreu no período pré-capitalista que visava acumular capital através de mecanismos em vários setores.
Na agricultura essa acumulação se deu através de cercamentos dos campos. Esses cercamentos transformaram as propriedades feudais em propriedades de cunho capitalista, no setor industrial um progressivo investimento de capital oriundos do setor mercantil foi aplicado na produção manufatureira, o setor comercial foi o que mais acumulou capital.
No processo primitivo de capital ocorreu uma progressiva expropriação de camponeses dos campos através dos cercamentos o que dificultou a produção de meios de subsistências causando uma proletárização dos trabalhadores rurais. Mais, os camponeses não se renderam fácil a esses cercamentos, criando resistência, a população se revoltou conta a transformação das terras de plantio em terras de pastagem e de criação de gado.
O autor karl Polanyi faz uma analize da desapropriação dos camponeses e observa o óbio futuro dos cercamentos, vez que uma terra cercada valia o dobro ou triplo da não-cercada. Definiu os cercamentos, como revolução dos ricos contra os pobres.
Karl Marx explana sobre a dificuldade dos expropriados em adaptar-se a uma nova realidade aumentando a marginalidade e formação do proletariado.
A acumulação de capital se concentrou em mãos pouco numerosas e caracterizou o ínicio do capitalismo
Para se compreender a transição do feudalismo/capitalismo é preciso se entender a acumulação primitiva de capital. Processo que ocorreu no período pré-capitalista que visava acumular capital através de mecanismos em vários setores.
Na agricultura essa acumulação se deu através de cercamentos dos campos. Esses cercamentos transformaram as propriedades feudais em propriedades de cunho capitalista, no setor industrial um progressivo investimento de capital oriundos do setor mercantil foi aplicado na produção manufatureira, o setor comercial foi o que mais acumulou capital.
No processo primitivo de capital ocorreu uma progressiva expropriação de camponeses dos campos através dos cercamentos o que dificultou a produção de meios de subsistências causando uma proletárização dos trabalhadores rurais. Mais, os camponeses não se renderam fácil a esses cercamentos, criando resistência, a população se revoltou conta a transformação das terras de plantio em terras de pastagem e de criação de gado.
O autor karl Polanyi faz uma analize da desapropriação dos camponeses e observa o óbio futuro dos cercamentos, vez que uma terra cercada valia o dobro ou triplo da não-cercada. Definiu os cercamentos, como revolução dos ricos contra os pobres.
Karl Marx explana sobre a dificuldade dos expropriados em adaptar-se a uma nova realidade aumentando a marginalidade e formação do proletariado.
A acumulação de capital se concentrou em mãos pouco numerosas e caracterizou o ínicio do capitalismo
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
A CRISE DO FEUDALISMO
TEXTO 2
Adhemar Marques
A crise do feudalismo do século XIV é tema obrigatório para se compreender o périodo de transição, ou a passagem do feudalismo ao capitalismo.
O texto dois trata sobre a decadência do feudalismo, o autor diáloga com dois autores, Perry Anderson e Giuliano Conte, os dois autores em questão situam o periodo histórico e analisam o íncio da desintegração do modo de produção feudal.
Alguns dos motivos analisados são:
- Questões agrárias
- Falta de técnologia
- Questões naturais (desequilibrio ecológico)
- Escarces de mão de obra (devido ao exodo rural)
- Cobrança de altos impostos
Perry Anderson coloca como motivo principal da crise que afetava a Europa naquele momento as limitações objetivas ao desenvolvimento das forças produtivas. Como por exemplo o aumento da população aliado a improdutividade das terras causadas pelo mau uso do solo, levaram ao cultivo de culturas inferiores, como a aveia. Isso acabou por provocar um aumeto do mercado internacional.
Já Giuliano Conte faz uma analise da crise geral a partir de uma perspectiva do materialismo histórico. O autor enfatisa o aparecimento da renda em diheiro na economia feudal como causa principal da crise do sistema feudal e preocupa-se também em identificar o que causou a evolução da sociedade feudal para uma organização capitalista de produção. Preocupa-se também em enfatizar a exploração feudal e a luta de classes dos camponeses como responsáveis pelo desajuste do sistema feudal.
CONCEITO DE MODERNIDADE
TEXTO 1
A "ÉPOCA MODERNA"
O período que se refere a "época moderna" enquanto objeto de estudo pode ser questionado, a depender do parâmetro usado pelo estudioso. Alguns definem que o período que se estende, da crise da sociedade feudal européia do século XIV às revoluções democráticas burquesas dos séculos XVII e XVIII compreende a "época moderna".
O periodo da história européia que vai de 1500 a 1800 pode ser cosiderado de progresso. Começa com o renascimento e acaba com o iluminismo. Esse progresso porém é irregular, há periodos de regressão, e quando o progresso geral recomeça não se retoma necessariamete nas mesmas aréas.
Mas, o que define essa época como "moderna"? Constratar o atual, o recente, ao que é velho e utrapassado seria uma resposta possível a essa pergunta.
A noção de "moderno" não basta por si só para dizer algo de concreto ou definitivo sobre o período que queremos analizar. Modernos foram os norminalistas medievais, os humanistas do renascimento, e aqueles que no século XVII, travaram formidável batalha contra os "antigos".
Época em que se destacou não as transformações econômicas, em geral bem mais conhecidas, mas as de caráter político e ideológico para podermos explicar as principais características dos processos mentais e políticos, das novas visões do mundo, e das distintas formas de pensamento.
Surge então, uma nova forma de situar as relações homem-natureza, a luta da igreja contra o espírito matemático-natural expressam-se através de Giordano Bruno e de Galileu Galilei - "porém o que não toleravam (as autoridades eclesiásticas) porque ameaçavam os pilares do sistema, era o novo conceito de verdade anunciado por Galileu". Ao lado da verdade revelada, haverá agora uma verdade da natureza, autônoma, com sua própria linquagem e suas leis, ao alcance do homem.
O eclesiástico - cede lugar pouco a pouco, diante da imanência, possibilitando uma nova visão do mundo: terrena e humana, ou seja imanente, natural, racional.
O processo de secularização ou laicização tendeu a opor cada vez mais a razão à religião, o humano ao divino, o natural ao sobrenatural, tendo seu ponto culminante nas "Luzes" do século XVIII.
Em suma, o "mundo moderno" é o espaço-tempo em que se constrói uma nova visão do mundo nas sociedades ocidentais.
A "ÉPOCA MODERNA"
O período que se refere a "época moderna" enquanto objeto de estudo pode ser questionado, a depender do parâmetro usado pelo estudioso. Alguns definem que o período que se estende, da crise da sociedade feudal européia do século XIV às revoluções democráticas burquesas dos séculos XVII e XVIII compreende a "época moderna".
O periodo da história européia que vai de 1500 a 1800 pode ser cosiderado de progresso. Começa com o renascimento e acaba com o iluminismo. Esse progresso porém é irregular, há periodos de regressão, e quando o progresso geral recomeça não se retoma necessariamete nas mesmas aréas.
Mas, o que define essa época como "moderna"? Constratar o atual, o recente, ao que é velho e utrapassado seria uma resposta possível a essa pergunta.
A noção de "moderno" não basta por si só para dizer algo de concreto ou definitivo sobre o período que queremos analizar. Modernos foram os norminalistas medievais, os humanistas do renascimento, e aqueles que no século XVII, travaram formidável batalha contra os "antigos".
Época em que se destacou não as transformações econômicas, em geral bem mais conhecidas, mas as de caráter político e ideológico para podermos explicar as principais características dos processos mentais e políticos, das novas visões do mundo, e das distintas formas de pensamento.
Surge então, uma nova forma de situar as relações homem-natureza, a luta da igreja contra o espírito matemático-natural expressam-se através de Giordano Bruno e de Galileu Galilei - "porém o que não toleravam (as autoridades eclesiásticas) porque ameaçavam os pilares do sistema, era o novo conceito de verdade anunciado por Galileu". Ao lado da verdade revelada, haverá agora uma verdade da natureza, autônoma, com sua própria linquagem e suas leis, ao alcance do homem.
O eclesiástico - cede lugar pouco a pouco, diante da imanência, possibilitando uma nova visão do mundo: terrena e humana, ou seja imanente, natural, racional.
O processo de secularização ou laicização tendeu a opor cada vez mais a razão à religião, o humano ao divino, o natural ao sobrenatural, tendo seu ponto culminante nas "Luzes" do século XVIII.
Em suma, o "mundo moderno" é o espaço-tempo em que se constrói uma nova visão do mundo nas sociedades ocidentais.
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